Fui diagnosticada com início de queratocone aos 22 anos. A partir desse momento comecei usar lente de contacto rígida. Lembro-me bem da dificuldade em adaptar-me e no primeiro ano tive muita dificuldade. Ainda assim, segui os conselhos da minha médica e não desisti. Até que, um dia, sem saber como, a lente passou a ser a minha melhor amiga.
Levo uma vida perfeitamente normal: trabalho, conduzo, tenho as legendas da televisão um pouco maiores, sento nas primeiras filas do cinema e sala de aula, espero que o autocarro se
aproxime bem para ter a certeza de que é o certo e, muitas vezes, dou por mim a tirar fotografias às placas para confirmar que estou no caminho certo.
Agora, com 38 anos, já ouvi que praticamente já não tenho queratocone. Segundo o médico, a única vantagem de envelhecer é que o queratocone tende a estabilizar com o tempo.
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